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  • Julio Cesar França Franco

ESCALA DOS NÍVEIS DE AMOR- Texto Julio Cesar

PORNÉIA

"Deusa do amor primitivo.

Um amor voraz e devorador.

Porneia é a prostituição, e porne é uma prostituta. Há probabilidade de que todas estas palavras tenham ligação com o verbo pernumi - que significa "vender". Essencialmente, porneia é o amor que é comprado e vendido

O que não é amor de modo algum!

Na Grécia, nunca tinha havido qualquer vergonha nas relações antes do casamento ou fora dele. Demóstenes escreve como se fosse uma coisa comum, como de fato era: "Mantemos amantes para nosso prazer, concubinas para as necessidades diárias do corpo, mas temos esposas a fim de produzir filhos de modo legítimo e de ter uma guardiã fidedigna dos nossos lares".

EROS

É o deus do amor adolescente ligado ao encantamento às paixões a busca do outro para ser feliz.

Paixão é como incêndio que destrói tudo e depois só ficam as cinzas assim como começa, termina!

Nas pessoas permanece o sentimento de perda, de decepção, marcas que produzem efeitos no futuro, com conseqüências dolorosas.

O solo do nosso coração é um terreno sagrado, quem pisa marca e as vezes nem a mão do tempo consegue apagar.

Eros é um caçador temível, astucioso, sempre armando intrigas.

Ele é filho de Afrodite, deusa da beleza, com Marte, deus da guerra.

Considerado o mais belo dos deuses!

Na mitologia Grega Eros usava arco e flechas para atingir os mortais e provocar neles sentimentos intensos. Quando usava asas brancas representava pureza. Quando usava asas de abutre representava a crueldade e o sentimento devorador que as paixões ocasionam aos mortais.

Eros usava dois tipos de flechas:

As de chumbo simbolizando o desprezo e o desespero

As de ouro simbolizando que nascia um amor eterno e duradouro assim como este metal as flechas poderiam estar cheias de:

Paixão ou desprezo, sendo assim doces ou amargas.

PHILIA

É o amor parental, a amizade entre parentes. O amor da mãe ou do pai pela sua criança e vice-versa. Deusa do amor maduro a felicidade passa a ser uma conquista individual que se alcança por meio da parceria é um amor que nega a competição

ÁGAPE

Podemos traduzi-la como a graça ou gratuidade, para entrarmos no reino de Deus devemos trazer o paraíso dentro de nossa alma!

O amor do Cristo em nossa língua se refere a um grande banquete.

Confúcio certa vez disse:

“Todos comem e bebem, mas raros são aqueles que sabem saborear”. De fato, é o banquete da alma, o amor que todos os dias alimentam e saciam nossas almas.

Quantos relacionamentos já tivemos os quais ao acabarmos de beber continuamos com sede, ao acabarmos de comer continuamos com fome? O amor “Ágape nutre-nos por inteiro é um amor que não fala de humildade, ele é a humildade, ele não fala de caridade, ele é a caridade, não fala de amor, ele é o amor”! O amor Ágape é o amor incondicional assim como é o amor de Jesus por todos nós.

O AMOR DO HOMEM E O AMOR DO CRISTO

”O amor do homem gera motéis;

O amor do Cristo gera universidades;

O amor do homem cria a dissolução do caráter;

O amor do Cristo converte o homem do pântano as estrelas;

O amor do Cristo toca a alma;


O amor do homem não passa das vísceras carnais;

Quando o homem diz que ama a tragédia está a um passo;

Mas o amor do Cristo transforma os Neros em anjos, o pântano em jardim, a treva em luz, o joio em trigal.

O amor do Cristo nos convida a escalar no Himalaia das nossas imperfeições.

O amor do Cristo salva e regenera.”

Jerônimo Mendonça

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