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  • Julio Cesar França Franco

13 DE AGOSTO DE 2021

"Se alguém me tivesse dito que um dia iria ler um discurso de 1967 de um Presidente republicano do Estados Unidos, não só com crescente interesse, mas com incrédula aceitação da sua extrema atualidade, teria duvidado da sanidade mental daquela pessoa.

No entanto, em 1967, no seu discurso inaugural dirigido ao congresso californiano, o então Governador Reagan inclui uma frase que se torna profética: “A liberdade é algo frágil que nunca está mais longe da extinção do que uma geração”.

Apesar da abundância de informação e de canais para a sua transmissão, ou se calhar mesmo por causa disso, são as nossas experiências pessoais que constroem a nossa personalidade. Aquilo que vivemos diretamente ou no máximo aquilo que os nossos pais nos transmitem como vivencias pessoais. Nos relacionamos com o que vemos ou lemos ao nível mais abstrato, intelectual e não nas vísceras que acabam por moldar caracteres.

A maior parte das pessoas viveram a liberdade e a democracia há demasiado tempo para não as tomar como dados adquiridos. As gerações mais jovens são felizes, e não o sabem…

Os conceitos de opressão, guerra ou fome são conceitos abstratos, de outros tempos e outras geografias. Porque sempre viveram assim, assumem muitas vezes que não é preciso lutar para manter o que já têm.

Nada mais errado…

O sono da razão produz monstros e basta ver a negação cada vez mais ativa de centenas de anos de conquistas cientificas. A idade das trevas também seguiu às florescentes sociedades romanas e gregas e quanto foi difícil dela sair.

A falha das instituições democráticas sejam elas governos com fraco desempenho económico que geram ou generalizam a pobreza seja a incapacidade da justiça em conter o cancro da corrupção e “se corromper também” leva as pessoas a voltarem-se para soluções extremas, para salvadores da pátria messiânicos ou para ideologias apelativas na teoria e geradoras de desastre na prática.

Essa polarização nos espectros mais extremos da vida política é visível.

E se há um consenso generalizado, sobretudo em Portugal pela sua experiência direta e relativamente recente que o fascismo é uma ideologia errada, a mesma consciência não existe para o polo oposto da vida política. O marxismo, por muito atraente ideologicamente para alguns, falhou em criar valor em qualquer sociedade.

Como qualquer extremo de qualquer nome ou cor.

OS EXTREMOS SÃO PERIGOSOS, PRECISMOS O CAMINHO DO MEIO, MAS SE EU HOJE FOR PENDER PARA UM LADO NÃO SERÁ O DA ESQUERDA, JAMAIS!!!

Devemos deixar às gerações de hoje os testemunhos do passado, tal como eles aconteceram: sem floreados e sem camadas de politicamente correto. Para que entendam que outros lutaram por aquilo que eles têm hoje, e por isso tem o dever de continuar essa luta. Para que possam distinguir o bem do mal.

Para que a liberdade não esteja apenas a uma geração de distância da extinção."

EU JULIO CESAR QUERO QUE PENSEM SOBRE ESTA GRANDE VERDADE, NESTE TRISTE DIA 13 DE AGOSTO ONDE OS PODERES NESTE PAÍS NÃO VIVEM EM HARMONIA, E A COSNTITUIÇÃO É RASGADA PELA SUPREMA CORTE LEIAM:



“A LIBERDADE NUNCA ESTÁ MAIS LONGE DA EXTINÇÃO DO QUE APENAS UMA GERAÇÃO.

NÓS NÃO A TRANSMITIMOS PARA NOSSOS FILHOS PELO SANGUE.

DEVE SER LUTADA, PROTEGIDA E TRANSMITIDA PARA QUE ELES FAÇAM O MESMO, OU EM ALGUM DIA PASSAREMOS NOSSOS ANOS CREPUSCULARES CONTANDO A NOSSOS FILHOS E AO FILHO DE NOSSOS FILHOS COMO JÁ FOMOS, ONDE OS HOMENS ERAM LIVRES. BASTA UMA ÚNICA GERAÇÃO ABRIR MÃO DE SUA LIBERDADE E NÓS A PERDEREMOS PARA SEMPRE.”

George Washington - 1º Presidente dos E.U.A

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